Novos Movimentos Sociais nos media: Narrativas marginais ou marginalizadas? A visão dos jovens

Resumo

New social movements emerge in Portugal as relevant actors in democratic decision-making processes. As more democratic, young and urban, new social movements engage in a relevant change in the processes of negotiation (Santos 2008, 2001; Schemmeling 2009; Swyngedouw 2010; Touraine 2002, 1994), publicizing marginal claims and minority flags (Guerra 2006; Henriques 2007; Picolotto 2007; Alonso 2009). So, this article aims to discover: ”How to define today’s narratives of the New Social Movements in Portuguese media, in the view of young people?”. The methodological resources used are documentary research and inquiry to a nonprobabilistic sample survey by voluntary system. The most significant results found about new activism are: a) journalistic pieces are evaluated, by youth, as partial, superficial and controversial; b) the respondents associate some advantages to the new activism: flexibility, new technologies, and the perception of helping the world; c) and, finally, the respondents associate disadvantages to the new activism: extremism, violence, controversy.

Biografias Autor

Daniela Monteiro da Fonseca, UTAD

Nasceu em Lamego em 1977 e iniciou o seu percurso na UTAD como assistente convidada em 2007; é, desde 2014, Professora Auxiliar no DLAC, Departamento de Letras, Artes e Comunicação. Cursou Comunicação Social na Universidade do Minho, Braga, de 1995-2000, onde também concluiu o mestrado em Ciências da Comunicação-Jornalismo e Informação, em 2004, com a tese “A evolução do género jornalístico”. É doutorada, desde 2014, em Ciências da Comunicação, pela Universidade da Beira Interior, com uma tese intitulada “O papel das novas Relações Públicas na modernização dos sindicatos portugueses. Novos e velhos movimentos sociais”. Estagiou em publicidade, na empresa McCann Erickson-canal 1, no Porto, e trabalhou, também naquela cidade, durante dois anos, como assessora de imprensa no STFPSN (Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Norte, Porto), leciona, desde setembro de 2007, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Foi diretora do Mestrado em Ciências da Comunicação, de 2017 a 2021. Foi vice-diretora da Licenciatura em Comunicação e Multimédia, de 2017 a 2021, e diretora da Licenciatura em Ciências da Comunicação, nos anos de 2018 e 2019, tendo sido, depois dessa data, sua vice-diretora até 2021. É investigadora integrada do Labcom-UBI, desde 2011. Fez parte do Conselho-Geral da UTAD de dezembro de 2020 a 14 de maio de 2021, tendo sido eleita para as funções de Secretária daquele órgão em janeiro de 2021. É desde 14 de maio Pró-reitora para a Cultura, Comunicação e Imagem da UTAD.

Fábio Fonseca Ribeiro, UTAD

Professor Auxiliar do Departamento de Letras, Artes e Comunicação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), leciona nas áreas do Jornalismo (Rádio, Imprensa) e Sociologia da Comunicação. Completou o Doutoramento Europeu em Ciências da Comunicação, especialização em Sociologia da Comunicação, em 2013, na Universidade do Minho, depois de cumprir um período de atividades de formação complementar no grupo de investigação PUBLIRADIO, na Universidade Autónoma de Barcelona, em Espanha.

Do ponto de vista da investigação, centra-se em temas como a interatividade entre cidadãos e os média, meios de comunicação de proximidade e comunicação de ciência.

É sócio da Sopcom, onde é coordenador adjunto do Grupo de Trabalho “Rádios e Meios Sonoros”, desde 2017, e da ECREA. Foi jornalista estagiário na TSF-Rádio Notícias, consultor de comunicação no setor empresarial e gestor de ciência e tecnologia.

Publicado
2021-12-05